Cadê tu, tatu?

Soninho meu de cada dia, sei que não anda fácil acompanhar o batidão, eu não te consultei quando resolvi virar coruja e nem essa cabeçona efervescente pede licença para tanto pensar. Mas é que de vez em quando eu posso dormir à noite, gostaria que você entendesse e me acompanhasse sem termos que apelar para o método da uma long neck. Também não posso me enganar depois de semanas pouco dormidas fingindo que qualquer sequência mínima de espirros é crise alérgica, justificando a ingestão do anti-histamínico que provoca um pouso dos melhores, embora a embalagem afirme que não, mas venha ilustrada por um céu de Magritte.

Pensei em tomar um chá, mas já estou no jejum do exame de sangue (torcida para que a vitamina D tenha voltado a esse corpinho que a ela adoraria pertencer) e, sei lá, vai que camomila altera resultados drasticamente? Então, soninho, hoje você vem da forma mais natural possível ou vem porque somos uma bela dupla que consegue se achar sem depender de nada. Essa baixaria que a gente faz para se encontrar vez por outra é bastante ocasional, sabemos disso. Então, venha, que eu acabei de calçar meias de ovelhas para te receber. Pretendia escrever sobre um montão de mistérios profundos quando liguei a tela, mas acabo de perceber um bocejo que não pode ser desperdiçado. Soninho meu, seu vaidoso, você gosta é de palavra e pé quente!

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